domingo, 31 de julho de 2016

SUPLEMENTO DOMINICAL (5ª série) - 005


Olá pessoal, obrigado por visitarem o blog Fantasma Brasil, estamos fechando a semana e também o mês de Julho, com os votos de um segundo semestre bastante proveitoso para todos, com bastante entusiasmo, otimismo e chô crise.
E trazemos para todos vocês mais um capítulo das aventuras do Fantasma e Jim das Selvas.

A produção do suplemento Dominical ficou a cargo na aventura do Fantasma: Tony DePaul no roteiro; Eduardo Barreto, Paul Ryan e Terry Beaty nos desenhos; Tom Smith nas cores; Sabino na tradução e diagramação.
E na aventura do Jim das Selvas: Alex Raymond fez as ilustrações, e a tradução e diagramação são do Queiroz. 
A edição é do Sabino.

AS SOMBRAS DE RUNE NOBLE  S175 - 005

A equipe Sombras de Rune Noble, continuam a sua busca, agora sem os veículos, numa marcha a pé, a procura do Espírito que Anda, e por ironia do destino se aproximam da aldeia onde o terrorista Phyton está preso...

Clique na página para uma resolução maior.

A BUSCA POR RONALD HAWKINS - 005

O safári de Jim das Selvas penetra nas profundezas da selva, e ao se aproximarem de um povoado, decidem colher informações, mas são rechaçados pelos habitantes, que demonstram muito medo.
Enquanto isso a agente secreta chinesa salta de paraquedas sob um povoado nas colinas da Birmânia...

Clique na página para uma resolução maior.

É isso aí meus amigos, continuemos no mês de Agosto firmes a acompanhar todos os domingos o Suplemento Dominical, e durante a semana não percam a tira diária das aventuras do Fantasma, que está sensacional com o novo desenhista Mike Manley!




sábado, 30 de julho de 2016

O FANTASMA DE 1776


Clique na capa para download gratuito.

Olá meus amigos, obrigado por visitarem o nosso blog neste Sábado.
E para encerrarmos esta semana e este mês de Julho com "chave de ouro" trazemos mais uma edição inédita em português desta revista que foi publicada em Janeiro de 1977 pela editora Charlton Comics.

"Nesta sensacional aventura, um ancestral do Espírito que Anda que viveu em 1776, sai a procura de corsários que raptaram vários moradores de uma aldeia, inclusive o filho do velho chefe, para serem vendidos como escravos; e em meio a aventura se envolve no movimento pela 'Independência dos Estados Unidos', tendo contato com a figura ilustre de 'Benjamin Franklin', numa história empolgante".

Esta edição é toda de autoria de Don Newtom, que preparou desde a belíssima capa pintada, como o roteiro e desenhos. A tradução e diagramação é do Sabino.

E não se esqueçam que amanhã teremos mais um capítulo do Suplemento Dominical, com a eletrizante aventura: "As Sombras de Rune Noble!" 

Até lá amigos 

Sabino

FANTASMA – ADEUS À FLORESTA NEGRA – 039

O fantasma e o jovem Kit acampam durante a noite e ele fica sabendo que seu pai não o acompanhará até o final de sua jornada...

Clique na imagem para uma resolução maior
    
Tradução e diagramação: Glaucio.


sexta-feira, 29 de julho de 2016

FANTASMA DE 1776 - DIVULGAÇÃO


Olá meus amigos, obrigado por visitarem nosso blog nesta Sexta Feira.
Aproveito esta oportunidade para anunciar a próxima atração das edições inéditas em português do Fantasma.
Desta vez traremos uma edição que foi publicada pela editora norte-americana Clarlton Comics # 74 com uma aventura empolgante do Espírito que Anda.

Sinópse:

"Trata-se de um ancestral do Fantasma que viveu em 1776, que sai em perseguição a corsários traficantes de escravos, e acabou se envolvendo numa das batalhas com os ingleses que culminaram com a Independência dos Estados Unidos".

Além da capa maravilhosamente pintada pelo grande artista Don Newton, o roteiro e as ilustrações foram de autoria do próprio Don Newton.

Então meus amigos, aguardem só um pouquinho pois esta edição incrível já está em fase final de preparação.

Abraços

Sabino


LOS CANIBALES ISMANI (Espanhol) - Repostagem


scan e restauração: Ediciones 2020ADM

FANTASMA – ADEUS À FLORESTA NEGRA – 038

O jovem Kit está apreensivo frente as distâncias enormes naquela imensa região montanhosa...

Clique na imagem para uma resolução maior
    
Tradução e diagramação: Glaucio.





quinta-feira, 28 de julho de 2016

GRANDES HERÓIS DA VIDA REAL - 2

Nos dias atuais, é comum vermos mulheres que se destacam graças a seu talento e á sua capacidade de trabalho em áreas até então reservadas apenas aos homens.
Mas em outros tempos, isso era quase impossível de acontecer. Afinal de contas, como rainhas do lar, era bem difícil entrar para a história... Apesar disso algumas mulheres conseguiram essa façanha.

MADAME CURIE


Eles se conheceram em 1894. Ele Pierre Curie, cientista francês; ela, jovem estudante polonesa, Marie Skolodvska. As afinidades profissionais aproximaram os dois que logo se casaram. Já que decidiram assumir as duas responsabilidades: cuidar da família e seguir a carreira cientifica.


Pierre Curie e Marie Scolodvska, dois jovens e  promissores cientistas.

Juntos, montaram um pequeno laboratório onde faltava tudo. Mas foi ali que Marie iniciou suas pesquisas com o Urânio (minério radioativo), que despertaram a atenção do físico francês, Henry Becquerei, professor da Universidade de Sorbone, que lhe cedeu um minúsculo laboratório gelado no inverno e sufocante no calor. Foi então que Pierre, fascinado pelas pesquisas da esposa, juntou-se a ela, abandonando seus próprios estudos sobre os cristais.


Pierre abandonou seus próprios estudos e juntou-se a Marie na pesquisa de elementos radioativos.

Um dia, ao examinarem a radioatividade do Urânio, descobriram a existência de dois novos elementos: o Polônio mil vezes mais radiativo que o Urânio (assim batizado em homenagem à terra de Marie, a Polônia); e o segundo e mais importante elemento, o Rádio, um milhão de vezes mais radiativo que o Urânio.

O RÁDIO

O minério é um pó branco que lembra o sal de cozinha (Cloreto de Sódio, NaCl), mas que é capaz de façanhas incríveis: alguns miligramas de rádio tem a luminosidade suficiente para que se possa ler; queima placas fotográficas virgens através do papel preto (onde a luz não penetra); colore de violeta os recipientes de vidro etc.
Mas sua maior proeza é devido a sua utilização no tratamento de doenças até então consideradas incuráveis, pois a partir de sua descoberta foi possível a invenção do aparelho de Raio X.
Doenças como a Tuberculose, a Pneumonia, o Câncer, passaram a ser tratadas. E anos depois surgiria a Energia Atômica, que sem a descoberta do Rádio não teria sido utilizada.

A FAMA

Depois de descoberto o Rádio, Marie passou mais de quatro anos tentando isola-lo, para que a comunidade cientifica o reconhecesse oficialmente e suas propriedades pudessem ser utilizadas. Era preciso definir seu peso atômico. Isso foi obtido após 45 meses de incansável trabalho.
Apesar da pobreza, e do sonho do casal de um dia possuir um laboratório próprio, o casal se recusou a registrar a patente que lhes daria uma porcentagem do processo de  extração e enriquecimento do Rádio em qualquer parte do mundo.
“Se nossa descoberta tem futuro comercial é puro acidente, do qual não devemos tirar proveito; a patente seria contrária ao espírito cientifico,  depois o Rádio vai ser de incalculável utilidade do tratamento de doenças. Impossível procurar lucro com isso.”
Em abril de 1906, Pierre foi atropelado por uma carruagem e morreu. Saudosa de seu companheiro, Marie morreu em vida e só voltou a viver quando aceitou o convite para substituir Pierre em sua cátedra, feito pela Faculdade de Ciências por unanimidade. Vitória! Era a primeira vez que uma mulher lecionaria em Sorbone.
Durante a I Guerra Mundial, Marie se dedicou ao feridos, empenhando-se em obter material de Raio X  junto as mineradoras e laboratórios. Ela precisava localizar de modo preciso balas e estilhaços de granada no corpo dos feridos. Trabalhou diversas vezes no front, sem nunca queixar-se do efeito nocivo dos raios X sobre sua saúde. Examinou mais de 1 milhão de feridos. Era uma mulher de muita fibra.


Madame Curie (segunda a direita) durante a I Guerra, treinando enfermeiras nas técnicas de radiografia.

Madame Curie fez várias viagens. Esteve no Brasil, no Rio de Janeiro, onde realizou conferências. De volta a França, morreu aos poucos. E por ironia do destino, vitima do mesmo Rádio que tantas vezes restaura a saúde de tantos homens e mulheres condenados.
Afinal de contas, foram 35 anos respirando Rádio, nos tempos das pesquisa, sem conhecer os riscos e perigos oferecidos por este material. Mas, temos a certeza, se ela pudesse escolher o tipo de morte, teria escolhido este: morrer por uma causa a que dedicara os melhores anos de sua vida em ajudar a humanidade.


Madame Curie, uma grande heroína da vida real.
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