quarta-feira, 11 de março de 2026

FANTASMA - O MERCADO DE ESCRAVOS DE MUCAR

 



Crédito:Sabino



6 comentários:

  1. O Mercado de Escravos de Mucar marca o início de Sy Barry como desenhista de O Fantasma! Abraço, Sabino!

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  2. Olá amigo Jogul, sua colocação é corretissima, Sy Barry e Lee Falk, iniciaram uma grande reformulação na sua obra com a valorização dos povos africanos, e o Fantasma deixou aquela imagem de um "deus", para se tornar o amigo e defensor do povo africano.
    Abrs.

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    1. Meu caro amigo! reconheço a bela arte de Sy Barry, sua preocupação com mínimos detalhes que enfeitam seu desenho, mas o afasta de um estilo marcante! Mas, juntamente com Falk e Diana Palmer, Sy colaborou para a humanização do personagem que, sim, foi criado para ser uma lenda imortal, sobrenatural e ferrenho combatente de todo tipo de pirataria! Nos traços de Moore e MacCoy, o Fantasma não perdeu sua essência, foi a Europa mas, nos navios, era conhecido como "o passageiro da cabine 14" e recorria a um para-quedas para evitar ser exposto... Nas HQs atuais, no lugar do chapéu e casacão que o escondiam, usa boné e camisa estampada... ora, onde se vê O Espírito que Anda em trajes tão modernos?? Embora prefira, na ordem, Ray Moore, Wilson MacCoy e Bill Lignante, reconheço que em O Terror da Selva, o Velho Careca, nos traços de Barry, me fez vibrar! Abraço!

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  3. Olá amigo Jogul,
    Sua análise da obra de Falk e seus ilustradores, é perfeita, meus desenhistas preferidos são também Moore, MacCoy e Lignante, inclusive nesse período desses desenhistas tivemos as histórias mais criativas escritas poe Falk.
    Agora realmente essas aventuras que você citou desenhadas por Sy Barry, são mesmo vibrantes.

    Abraço

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    1. Sabino, vou te pedir um favor! conceituado que você é no universo de O Fantasma, questione a Mythos, através do Higor Lopes, para que a editora, que vem fazendo um trabalho maravilhoso com O Espírito que Anda, dedique um volume a Bill Lignante! O Higor me diz que não há bastante material para um omnibus de Lignante (?), mas nada impede uma edição, preferencialmente em capa dura, nos moldes das ofertadas a Jim Aparo, Don Newton e Peter David e Sal Velluto! Sua voz e a do Glaucio, COM CERTEZA, vão convencê-los da importância e necessidade dessa edição para os fanáticos pelo personagem!! Obrigado!

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  4. Voltei, Sabino! Talvez seja difícil para um jovem fã de O Fantasma, como o Higor Lopes, do Canal Mythológico, compreender o impacto visual - verdadeiro fascínio - que a Fantasma Magazine nº 99, causou nos leitores de O Espírito que Anda, com a belíssima capa de George Wilson e a arte de Bill Lignante em "A Lenda do Povo Miúdo" e "Rei, Dama e Valete", um novo desenhista que não ficou devendo nada ao trio Moore, McCoy e Barry! Muito pelo contrário... aquele Fantasma, metido em um uniforme roxo ou violeta ou maravilha (até hoje não consigo definir a cor correta), que ilustra a página de fundo do se blog, foi um marco na história do personagem no Brasil! Aqueles gibis coloridos da RGE só tinham um defeito, a péssima qualidade do papel do seu interior... mas, talvez, na época, fosse a melhor opção para a impressão das cores... Só muito mais tarde fui perceber que Lignante debutou em p&b, nos números 68 e 70 da revista, respectivamente, "O Terror da Selva" (famosa HQ marcada pela morte de Wilson MacCoy, daí concluída a três mãos: McCoy, Infantino e Lignante) e "O Mistério da Rainha Samaris"! Ufa! cansei você com minha paixão! Abraço!

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