sexta-feira, 6 de julho de 2012

CURIOSIDADES SOBRE O FANTASMA


O Pico do Fantasma


 Olá amigos estamos de volta com mais uma “curiosidades” sobre o nosso querido herói.
Já são quase 60 artigos a respeito do Fantasma e seu universo, lembrando que se você ainda não leu todos eles (o que é difícil) é só acessar o marcador do nosso blog: “Curiosidades” e se deliciar com a enorme quantidade de informações sobre o universo criado por Lee Falk.
Um marco familiar em muitas aventuras do Fantasma, é este peculiar acidente geográfico com o perfil do Fantasma e que está mergulhado em mistério, principalmente porque Lee Falk,  mudou a história da origem do Pico em mais de uma ocasião. O Pico do Fantasma, como era originalmente chamado, foi visto pela primeira vez na página dominical de 1966, onde ladrões enterram o fruto de seu roubo perto do pico, uma formação rochosa natural que realmente se assemelhava a um crânio, e usam esta característica para marcar o lugar onde enterraram a pilhagem.


Ladrões esconderam o produto do roubo próximo a uma montanha na forma de caveira, que serviu para marcar o local.

Mas na página diária de 1970, na aventura: O Pai Ausente, a pilhagem é descoberta perto do pico, que agora é chamado "Cabeça do Fantasma" e realmente se assemelha ao rosto do Fantasma.

 Quando voltam anos depois, a montanha se assemelha ao rosto do Fantasma.


Então, na página dominical de 1970-71 na aventura: A Taça de Diamantes de Alexandre, o pico, ainda é chamado de "Cabeça do Fantasma", é descrito como tendo sido "esculpido pela natureza".

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Na Aventura: A Taça de Alexandre a montanha é chamada de Cabeça do Fantasma

Mais contradições aparecem na aventura de 1986 na página dominical: “O Pico Cabeça do Fantasma”, onde se afirma que ... Em tempos antigos o Pico Cabeça do Fantasma não existia era uma montanha natural ... "Mais tarde nesta história, O Fantasma derrota o poderoso imperador Negro Joonkoor em combate, eles se tornam grandes amigos, e o Fantasma assiste ao casamento de Joonkoor e Sheeba”.


 O grande sábio guardião da história da Selva, o Velho Moz” afirma que o Pico do Fantasma não existia e era uma montanha natural


Quando Sheeba morre no parto, Jookoor presenteia a praia dourada de Keela-Wee e a Cabana de Jade para o 7° Fantasma e seus descendentes para sempre - Depois quando o Fantasma acaba com a guerra entre os Wambesi  e os  Llongo e instala a paz;  Jookoor afirma: ... "Deve haver um monumento apropriado para homenagear este herói ... esse amigo ... este pacificador “... Jookoor então contrata Michelangelo para projetar o monumento - que acaba por ser o Pico Cabeça do Fantasma, uma obra enorme esculpida na rocha retratando o perfil do Fantasma, que levou anos para ficar pronta, obra realizada por artesãos nativos.

 Por ordem do Grande Imperador Negro Joonkoor foi encomendado a Michelangelo o projeto do Pico do Fantasma, que foi esculpido por artesãos nativos; em homenagem ao Fantasma.


Durante o casamento do 21° Fantasma com sua amada Diana Palmer, o Pico do Fantasma foi cenário de vários quadros daquela importante aventura.



Durante o Casamento do 21° Fantasma o Pico do Fantasma foi cenário para as caravanas de ilustres convidados
.
Aí está meus amigos mais uma grande atração do Universo do Fantasma que só mesmo a mente genial de Lee Falk poderia conceber.
Então, até o nosso próximo encontro, nas profundezas da incrível Floresta Negra onde iremos desvendar outras curiosidades a respeito do: “Espírito que Anda, o Homem que Não Pode Morrer”!

Um ótimo fim de semana e um abraço para todos!

Sabino

quinta-feira, 5 de julho de 2012

WALLPAPERS 01 A 07 DE JULHO DE 2012

Capa da revista The Phantom, pintura de George Wilson

Ilustração de Brick Bradford

Funny Phantom


Carro da categoria Hot Rod de New South Wales de um super fã do Fantasma: o "Carro do Fantasma"

 Tributo a Wilson McCoy
Ilustração de Flash Gordon no maravilhoso traço de All Willianson

Série camisetas do Fantasma

quarta-feira, 4 de julho de 2012

SCAN - O TESOURO DO FANTASMA




Olá pessoal uma boa Quarta Feira para todos.
Estamos de volta e hoje trazemos mais uma grande aventura clássica do Fantasma com roteiros de Lee Falk e desenhos do grande artista Bill Lignante, um dos melhores artistas que já desenharam o Fantasma.
Sinópse:
Tesouros ocultos sempre fascinam a imaginação do homem, desde as minas do rei Salomão às intermináveis expedições que se organizam à procura de problemáticos tesouros de piratas! Mas aquele que sempre despertou maior atenção é o fabuloso tesouro do Fantasma, escondido na misteriosa caverna da caveira.
Por isso não perca mais tempo e clique no Link para conhecer estre grande clássico.


terça-feira, 3 de julho de 2012

FANTASMA EDIÇÕES PELO MUNDO


THE PHANTOM – CHARLTON COMICS # 43


Olá amigos seguidores do nosso blog, dando continuidade ao nosso objetivo de apresentarmos as edições publicadas do Fantasma pelo mundo, trazemos hoje mais uma edição do país de origem do Fantasma, onde abordaremos mais uma fase da revista The Phantom.
Depois que a King Features deixou de editar a revista The Phantom foi a vez da editora Charlton Press publicar o título; no período de Fevereiro de1969 até Janeiro de 1977 com as edições: #30 até o # 74.
Durante este período vários ilustradores passaram pela revista: Jim Aparo, Bill Lignante, Pet Boyette, Don Sherwood e Don Newtom. Apesar deste desfile de grandes artistas a revista entrou num período de decadência e de uma queda vertiginosa de vendas.
E a razão disso está ligada a dois fatores cruciais: o primeiro foi a aumento do preço da revista que em oito anos subiu de 12 centavos de dólar para 30 centavos de dólar, e segundo a queda de qualidade da revista com roteiros fracos e histórias curtas, muito inferiores às histórias escritas por Lee Falk.
A edição que hoje apresentamos é deste período e trás as ilustrações de Pet Boyette.
Muitas pessoas conhecem pouco dos trabalhos de Pet Boyette principalmente por ele ter trabalhado muito pouco para a DC e Marvel. Analisando seu trabalho hoje talvez considerem seu estilo grosseiro e até amador, mas lendo alguma revista ilustrada por ele o leitor poderá apreciar seus belos layouts e boas sequencias de ação. Com certeza a grande desvantagem de Boyette foi ter trabalhado na revista The Phantom num período entre os trabalhos de Jim Aparo e Don Newtom e o trabalho destes dois grandes ilustradores acabaram ofuscando o trabalho de Boyette.
A edição que vocês irão apreciar mostra que Boyette estava muito bem na revista, tanto nos desenhos da história como nas capas pintadas por ele; suas imagens são surpreendestes que levam o olhar do leitor para dentro das cenas, esta edição é de Abril de 1971, do volume 4 # 43,

THE PHANTOM # 43 – CHARLTOM PRESS (Ingles)




segunda-feira, 2 de julho de 2012

SCAN - A RAINHA PIRATA

Olá pessoal queremos desejar a todos uma boa semana e um bom inicio de mês, aliás aqui no Brasil o mês de Julho é mês de férias escolares, e muita gente aproveita para viajar e descansar.
Iniciamos o mês com uma aventura inédita do Fantasma, com uma das melhores para não dizer a melhor aventura do Fantasma da era pós Lee Falk.
A aventura foi criada pelos membros do grupo Team Fantomen da editora suéca Egmont, com roteiro do neo-zelândes David Bishop e arte do argentino Cesar Spadari, este scan foi produzido a partir da edição n° 1374 da editora australiana Frew que publica naquele país as histórias criadas pela Egmont.
Scan, tradução, adaptação e diagramação de Jean Carlos Covezzi.
Então façam o dowload clicando no Link e tenho certeza que terão um bom divertimento.


sábado, 30 de junho de 2012

CRÔNICA


O HERDEIRO DA CAVEIRA



Olá pessoal trago hoje uma belíssima crônica que mostra toda a criatividade e beleza da mitologia do Fantasma que fascina gerações, passando todo este carisma do Fantasma de pai para filho.
Meus amigos, com vocês Gian Danton.

“Eu me lembro perfeitamente da primeira vez que vi um fã do Fantasma. Claro, eu já conhecia o personagem, e já tinha lido alguma coisa por alto, mas não imaginava toda a mitologia que havia por trás do personagem. E nem de longe podia imaginar a razão de tanto sucesso. Foi naquele dia que, pela primeira vez prestei atenção ao espírito-que-anda e foi naquele dia que tive o insight sobre a razão de seu sucesso.
O dito colecionador era um jovem senhor, na casa dos vinte e poucos anos, já graduado e na época cursando mestrado. Mas naquele dia, limpando e organizando suas revistas, ele parecia uma criança inebriada com um brinquedo novo. Ele sabia de cor tudo sobre o personagem, seus artistas e histórias e inebriava-se contando como o Fantasma havia derrotado os terríveis japoneses em plena II Grande Guerra.
Mais tarde, quando o pai dele chegou, os dois ingressaram juntos na fantasia que incluía Capeto, a caverna da caveira, os pigmeus e tudo o mais. Olhando os dois eu percebi o que havia de tão interessante naquela história em quadrinhos: O Fantasma é uma história sobre herança. Sobre pais e filhos, sábios e discípulos. Não é por acaso que tantos pais legam a leitura desses gibis aos seus filhos. Temas como esse sempre calam fundo por falarem dos mitos mais ancestrais.
Não é de estranhar que esse seja o tema da tira. O criador do personagem, o escritor norte-americano Lee Falk, sempre teve um olhar paternal para com suas criações. Tanto que uma única vez o Fantasma fugiu de seu controle: quando foi publicado no Brasil e os editores, sem referencial de cores, trocaram o roxo original pelo vermelho, mais fácil de imprimir.
Lee Falk nasceu em 28 de abril de 1911, na cidade de St. Louis, Missouri. O primeiro personagem imaginado por ele foi o mágico Mandrake, criado aos 23 anos e fruto do fascínio do escritor pelos mágicos e ilusionistas.
Algum tempo depois, ele desenhou algumas tiras do personagem e aproveitou uma viagem que fez com seu pai para Nova York e passou nos escritórios da King Features Sindicate. Passou o dia mofando na ante-sala do chefão da KFS, Joe Conolly, mas quando este viu o material, decidiu-se imediatamente pela história. Era uma época de mudança, em que as antigas tiras cômicas estavam sendo abandonadas pelo público em favor de histórias de aventuras, que os levassem a viajar por mundos imaginários e esquecer as agruras da depressão norte-americana e as histórias do mágico se encaixavam nesse perfil.
Pouco seguro de seus dotes artísticos, Falk encarregou um colega, o desenhista publicitário, Phil Davis, de ilustrar o personagem. Mandrake estreou em 11 de junho de 1934, quando o escritor tinha apenas 23 anos. E foi um sucesso.
Lee Falk tornava-se não só um autor de sucesso, como também o primeiro roteirista de quadrinhos. Antes dele havia outras pessoas que se encarregavam da parte textual, como o criador do romance policial Dashiell Hammett, que assinava o Agente Secreto X9, mas faziam isso como se estivessem envergonhados de se envolverem com algo tão trivial. Falk, ao contrário, assumia seu amor pelo que fazia, o que provavelmente é uma das razões da verdadeira idolatria dos fãs por ele.
O nome do mágico era inspirado na planta mandrágora, usada como medicamento há séculos. Junto com ele, surgia seu fiel escudeiro, Lothar, um negro vestido de maneira exótica. Pouco tempo depois surgiu Narda, uma princesa do reino de Cockaigne que tinha uma curiosa característica: a ausência de umbigo. Inicialmente pensou-se que fosse falha de Phil Davis, mas conforme a história avançava e o umbigo não aparecia, muitos estudiosos começaram a cogitar que Narda seria apenas mais uma ilusão do mestre das artes mágicas... uma antecipação talvez de temas como os que foram explorados em Matrix.
A história do umbigo demonstra a mitologia que se formou não só em torno da obra, mas também da vida do criador Lee Falk. Na época em que criou seu primeiro personagem, os relações públicas da KFS pediram dele uma biografia para ser apresentada aos jornais. Falk escreveu que era um aventureiro que, em suas viagens pelo mundo, encontrara diversos magos e se inspirara neles para criar Mandrake. Tudo balela, claro, mas convenceu.
Dois anos depois, Falk teve uma idéia para seu segundo personagem e a apresentou à KFS, que comprou de imediato o projeto. Para desenhar, foi chamado o assistente de Davis, Ray Moore, que deu ao personagem um traço elegante e misterioso.
A primeira história mostrava a saga de um lorde inglês, Kit Walker, único sobrevivente de um ataque pirata que jura devotar sua vida à destruição da pirataria, ganância, crueldade e injustiça. E não só isso: também seus filhos e os filhos de seus filhos seguiriam seu caminho. Assim que morria um fantasma, seu filho assumia seu lugar no combate ao mal. Para evitar que os malfeitores percebessem a troca, o herói usava uma máscara, dando a entender que o personagem era imortal.
A idéia inicial era mostrar o personagem como uma espécie de playboy que combatia o crime à noite, assustando malfeitores, um conceito muito próximo de personagens clássicos da literatura, como Zorro ou o Pimpinela Escarlate e certamente uma antecipação de Batman. Mas com o tempo, Falk foi se distanciando dessa idéia e, ao deslocar a ação para o mítico país de Bangala construiu toda a mitologia do personagem.
Falk, fã de Rudyard Kipling, cria a tribo de pigmeus bandar, inspirados na tribo de macacos homônimos de O Livro da Selva. Surgem as crônicas do Fantasma, os anéis, um para amigos, outro para inimigos, a Ilha do Éden, onde leões e tigres convivem harmonicamente com zebras e girafas. Surgem a cabana de Jade, onde os Fantasmas passam sua lua-de-mel, as Montanhas Misteriosas, a Mesa Walker, base de operações do Fantasma na América... a cada nova aventura um novo detalhe é acrescentado.
É essa mitologia que vai fazer com que o Fantasma torne-se eterno e angarie mais fãs que seu irmão mais velho, o Mandrake. A herança passada de pai para filho inclui os diversos itens que foram se acumulando ao longo do tempo e qual era a criança que não sonharia ganhar tudo isso de seu pai? De certa forma, é como se o leitor fosse o XXII Fantasma, lendo as crônicas de seu antecessor e preparando-se para entrar em ação e enfrentar o mal. E quando um pai lega ao filho a velha coleção de revistas do Fantasma, vai com ela todo o resto da mitologia.
Lee Falk podia não saber, mas estava construindo uma das grandes mitologias do século XX, um personagem que, mesmo diante de concorrentes mais modernos, terá seu lugar.
Nos anos 70 o Fantasma migrou para a literatura, numa série de livros publicados pela Avon Books e escritos pelo próprio Lee Falk. Também foi na década de 70 que o escritor ganhou o reconhecimento internacional com o prêmio Yellow Kid recebido em Luca, em 1971.
Aliás, Falk, embora fizesse questão de ser conhecido como escritor de quadrinhos, era também um teatrólogo de sucesso, tendo trabalhado com artistas como Marlon Brando e Charlton Heston.
Falk morreu em 13 de março de 1999. Até os últimos dias ele escreveu as tiras de Mandrake e Fantasma. Um pai preocupado até o último momento com seus dois filhos diletos e com seus milhões de filhos adotivos, leitores ávidos por mais e mais aventuras de seus heróis favoritos”.

Gian Danton

Ps: este texto foi publicado na edição especial sobre o Fantasma que foi lançado pela editora Opera Graphica em homenagem aos 60 anos de criação do Fantasma.

Sobre o Autor:
Quem é Gian Danton – Pseudônimo de Ivan Carlo Andrade de Oliveira, (Lavras, 1971); escritor e roteirista de histórias em quadrinhos, além de professor da Universidade Federal do Amapá.
Começou a escrever quadrinhos que foram ilustrados por Bené Nascimento (o internacionalmente conhecido Joe Bennett) com a história: “Floresta Negra”, publicada na famosa revista dos anos 80 “Calafrio” da editora D-Arte. Publicou depois em várias editoras como a ICEA, Nova Sampa, Metal Pesado; e na editora norte-americana Fantagraphics Books.
Em 2011Gian publicou conto baseado na ficção Exploradores do Desconhecido na revista independente Space Opera pela editora Jupiter II, participou da coletânea Espectra da editora Literata e foi selecionado para as coletâneas Metamorfoses (Ed. Literata) Deuses (Ed. Infinitum) e PyVamp (Ed. Infinitum) além de roteirizar histórias da revista em quadrinhos Didi e Lili – Geração Mangá.

sexta-feira, 29 de junho de 2012

CURIOSIDADES SOBRE O FANTASMA


A Praia de ouro


Olá pessoal, o “curiosidades” de hoje irá abordar um dos assuntos do universo do Fantasma, mais belos e fascinantes dentro da mitologia criada por Lee Falk.
A fabulosa praia dourada de Keela-Wee é mencionada pela primeira vez na página dominical de 1976, na aventura: A Praia Dourada, como tendo sido concedida ao Fantasma e seus descendentes para sempre, pelo  Grande Imperador Negro Joonkoor, em 1775.

O Imperador Negro Joonkoor que deu Keela-Wee de presente ao Fantasma e seus descendentes.

Isto é intrigante, porque em outra história, Joonkoor disse ter entregue à praia por volta de 1664, quando a Patrulha da Selva foi fundada.
A Praia Dourada nunca foi muito acessível e na aventura da página dominical de1975 afirma-se que ... "O atleta da Olimpíada da Selva precisava nadar de um lado ao outro da praia de Keela-Wee tendo que enfrentar ... cobras ... crocodilos ... Apesar de todos estes perigos, Keela-Wee manteve-se popular e é um local onde regularmente se realizam casamentos coletivos tribais. E, claro, é uma destino comum das férias do Fantasma e sua família.

O Fantasma visita nas férias a Ilha do Éden e a Praia de Keela-Wee com sua família

De acordo com os mapas a Praia de Keela-Wee fica ao sul da Floresta Negra, e a oeste da Ilha do Eden.

Keela-Wee, de acordo com os poucos mapas que apareceram nas histórias de fantasmas, fica ao sul da Floresta Negra e a oeste da Ilha do Éden, Uma das particularidades mais incomuns de Keela-Wee é que metade da composição de suas areias é ouro puro, e sua existência é marcada por uma série de vilões que são sempre derrotados pelo Fantasma, que sempre lhes diz ... "Aquele que vem a Keela-Wee sem amor, morre aqui ..."  citação da página dominical de 1966-67 na aventura: "As Areias Douradas da Keela-Wee", na aventura de 1967-68 na página dominical:  "Estranhos em Keela-Wee"  e de 1984 na página dominical na aventura:  "A Praia Dourada de Keela-Wee".

Na página dominical acima vemos o Imperador Joonkoor entregando Keela-Wee para o Fantasma, onde acontece a Lua de Mel dos Fantasmas, os casamentos coletivos tribais, e onde a ganância dos homens pelo ouro de Keela-Wee confirmam as palavras do Fantasma: “Aquele que vem a Keela-Wee sem amor, morre aqui”!

Na mitologia do Fantasma, este incrível lugar é uma criação genial de Lee Falk, que lhe possibilitou desenvolver as melhores histórias do: “Espírito que Anda, o Homem que Não Pode Morrer”!
Um excelente fim de semana para todos e até o nosso próximo artigo, mostrando as “Curiosidades sobre o Fantasma”.

Abraço a todos
Sabino





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