sábado, 5 de março de 2011

O FANTASMA NO BRASIL



“The Phantom” uma das duas maiores criações de Lee Falk é conhecido como “O Fantasma” no Brasil, e seu traje normalmente é vermelho com um shorts listrado em amarelo e preto. Ele tornou-se um personagem muito popular através dos anos, onde inúmeras publicações tem sido dedicadas a ele.
A história editorial do Fantasma pode ser dividida em duas partes: a primeira que vai de 1936 a 1953, onde o Fantasma não tinha um título próprio e era publicado em várias edições em forma continuada junto com outros personagens como Tarzan e Superman. E a segunda parte a partir de 1953, quando ele ganhou uma revista própria com histórias completas e constantes em cada edição.
Ao todo mais de 700 revistas do Fantasma foram publicadas no Brasil desde de Maio de 1937, a grande maioria publicadas pela Editora Rio Gráfica / Globo. E é o que vamos abordar nas próximas linhas deste artigo.


As primeiras publicações

O Fantasma foi publicado pela primeira vez no Brasil em “A Gazeta” em 2 de Dezembro de 1936, no # 169. A edição trazia a história “A Irmandade Singh”, na forma continuada e terminou no # 242.
Em 21 de de Agosto de 1937 foi publicado em 37 capítulos: “Os Piratas do Céu” que durou até a edição # 258. Todas as edições eram publicadas em duas cores: preto e vermelho, que poderia ser a explicação para o traje vermelho do Fantasma.













Mas as duas primeiras edições exclusivas com o Fantasma em forma de livro que foram publicadas no Brasil foram publicados pela “Livraria Civilização” do Rio de Janeiro onde foi reeditada as histórias da: Irmandade Singh e Os Piratas do Céu. As duas edições tinham capa dura com a arte de capa creditada ao desenhista “Calmon”.
A primeira revista do mundo do Fantasma foi: “L'Uomo Mascherato”, publicada em 1937 pela editora “Editrice G. Nerbine da Itália; ou seja no mesmo ano (1937) em que foi publicado “O Correio Universal” # 216. Este livro também antecede a primeira revista australiana por um ano a “Mirror Woman Anual" da editora Frew.


 




Editora Rio Gráfica (1937 a 1953)

“O Globo Juvenil” foi uma publicação muito importante para consolidar a popularidade do Fantasma no Brasil. Foi publicado pela primeira vez em 12 de Junho de 1937 e trazia vários personagens em quadrinhos, como: o Príncipe Valente, Robin Wood, Flash Gordon, Mandrake e o Fantasma.
Trazia as histórias das tiras diárias do Fantasma , era publicado duas ou três vezes por semana, e o Fantasma não era incluído em todas as edições. Foram publicadas 34 histórias oriundas das tiras diárias ao longo de mais de 12 anos de publicação. A série foi cancelada no # 1986 em 2 de Março de 1950, e substituída por uma nova série: “O Novo Globo Juvenil” que saia a cada quinze dias.





Em 12 de Abril de 1939 a Editora Rio Gráfica lançou um suplemento em quadrinhos chamado “Gibi” que publicaria as páginas dominicais que tinham iniciado sua publicação em 28 de Maio de 1939 nos EUA, e no # 36 em 11 de Agosto de 1939 elas começaram a ser publicadas em “O Gibi”.
Esse suplemento é considerado um dos mais importantes para O Fantasma pois publicou 21 aventuras das páginas dominicais.




Rio Gráfica e Editora (1953 a 1986)

A RGE (Rio Gráfica e Editora) era o braço editorial do Jornal “O Globo”. Eram essencialmente a mesma empresa, e tinha o mesmo proprietário o jornalista Roberto Marinho. A RGE foi a principal editora de quadrinhos do Fantasma no Brasil.
“Fantasma Magazine” foi a principal publicação de quadrinhos do Fantasma no Brasil, o primeiro titulo regular do Fantasma na capa.
Foram publicadas 371 edições no total de Março de 1953 a Outubro de 1986, a série começou no formato americano, mas foi reduzido para o detestável formatinho em agosto de 1975 a partir do # 234.
A revista foi publicada bimestralmente até dezembro de 1960 e depois passou a ser mensal. Muitos artistas contribuíram para a revista ao longo dos anos, incluindo Luiz Fernando Guimarães (lutz), Juarez P. Getulio Delphin, Ares, Domingos Cevera, Gutemberg Monteiro, Walmir Amaral de Oliveira, Baptista, Miguel Piedra, Sérgio, Adir Teixeira, Milton Sardella, Evaldo de Oliveira, Joaquim de Oliveira Monte Novo, Marcio, Juarez Odilon, Primaggio Mantovi, Norival, José Menezes e Carlos.
Inicialmente os quadrinhos eram publicados com histórias completas e em preto e branco, oriundas das tiras diárias Em março de de 1965 saiu a primeira edição em cores, o # 99 com uma reimpressão da editora americana Gold Key o # 2 da série americana. A maioria das revistas da Gold Key, King e Charlton foram lançadas em cores, e posteriormente as aventuras vindas das tiras começaram a sair em cores.
As capas das edições do # 163 ao # 166 de quinze de Março a 8 de Junho de 1970; trouxeram fotos dos jogadores de Seleção Brasileira que haviam conquistado o Tri-Campeonato da Copa do Mundo em 1970.
A partir de 1982 a RGE começou a publicar as história criadas pela Semic (Editora Egmont) da Escandinávia. Infelizmente em Outubro de 1986, num momento em que a editora Frew da Austrália estava passando por uma reestruturação, aqui no Brasil a RGE encerrou a publicação da revistas do Fantasma Magazine.
As edições de # 1 e # 2 do Fantasma Magazine foram reimpressas em 1980 e 1985, respectivamente.

















Edição Extra

Sete “edição extra” de O Fantasma Magazine foram produzidas no intervalo entre 1953 a 1971 (saíam geralmente em Julho). Estes são considerados como uma série separada da série regular. A ultima edição foi uma edição da revista americana “Prisioneiro no Himalaia”, história da Era do Ouro (# 3 de 1969) e foi utilizada a capa original.


Almanaques

A partir de Novembro de 1954, a revista do Fantasma gerou uma série de edições anuais, chamadas de “Almanaque”. Essas edições geralmente eram publicadas em novembro de cada ano e levavam a identificação na capa do próximo ano que iria iniciar -
O primeiro deles foi o Almanaque de 1955.
Desde o ano de 1963, no meio de cada ano foram produzidas para o período de férias escolares de Julho e eram definidos pelas palavras: Extra de Férias na capa. Um total de 34 edições fora produzidas entre os anos de 1954 e 1979. O tamanho de cada edição correspondia a edição regular de O Fantasma Magazine, apenas variando o número maior de páginas.
A única exceção com relação ao tamanho foi o almanaque de 1976 lançado para comemorar o 40° aniversário do Fantasma e tinha um tamanho extra grande de 28 cm X 37 cm. A arte da capa foi produzida pela mesma equipe de colaboradores regulares da revista. Os almanaque de 1970 e 1971 reproduziram as capas da World Distribuidores da Inglaterra.











Livro – O Filho do Fantasma

A RGE publicou uma tradução do livro de Dale Robertson, que foi publicado pela Whitman dos EUA. A arte da capa da edição brasileira foi magistralmente realizado por Gutemberg Monteiro.


Fantasma Magazine “edição especial”

Três edições “especiais” de O Fantasma Magazine foram produzidas em intervalos irregulares entre 1972 e 1978. Estas revistas são consideradas à parte da série regular. A primeira edição era em preto e branco em tamanho grande (formatão), enquanto que a segunda e a terceira eram coloridas e em formato pequeno. Todas as três capas foram criadas por Walmir Amaral.


Série “Gibi”

Durante a década de 1970, a RGE publicou várias edições em preto e branco, eram mini-edições do Fantasma e foram as primeiras revistas em quadrinhos em “formatinho” no Brasil. Isto foi seguido três anos mais tarde em uma edição especial, em três edições em sequencia de uma revista em quadrinhos chamada “Gibi Semanal”, e finalmente duas edições anuais do “Gibi Nostalgia”; cada reimpressão trazia histórias clássicas da década de 1930. A capa do Gibi Especial # 2 é mostrado abaixo.


Eventos Históricos

A RGE produziu vários álbuns especiais para marcar a ocasião de alguns eventos únicos na história do Fantasma: o primeiro deles foi o “Casamento do Fantasma” com Diana Palmer, em seguida veio a “Lua-de-Mel do Fantasma”, em seguida foi o “Nascimento dos Gêmeos”: Kit e Heloise.
O Casamento do Fantasma foi reeditado um ano depois numa edição especial com capa dura.
A RGE também produziu um álbum de figurinhas do Fantasma com 256 figurinhas individuais.







Revivendo a Era dos Almanaques

Em Fevereiro de 1979, a RGE reviveu a série de almanaques que terminou em 1986. Ao invés de uma periodicidade semestral, começou com uma periodicidade bimestral em 1980. A série foi interrompida por um tempo no # 17 em outubro / Novembro de 1981, para depois continuar em 1984. O nome da série teve o título alterado para: Novo Almanaque do Fantasma no # 20 em agosto / setembro de 1986.







O Hiperalmanaque do Fantasma

A RGE apresentou três diferentes edições extra do Hiper-almanaque em novembro de 1981, Junho de 1982 e Novembro de 1982.
Cada um deles traziam várias histórias em cores centradas em temas específicos: “Mulheres Perigosas”, “Animais Selvagens”, “Histórias com a participação de Diana Palmer” e etc.


Arquivos Secretos do Fantasma

Duas edições com: “Os Arquivos Secretos do Fantasma” foram publicadas em Novembro de 1981 e Novembro de 1982.
A primeira edição trazia informações e curiosidades sobre as selvas de Bangalla, enquanto a segunda incluiu também uma reedição da história “A estrela de Bangalla".


Fantasma Especial

A RGE lançou sua ultima série de quadrinhos em cores do Fantasma em Julho de 1983 produzindo apenas 7 edições semestrais antes da editora mudar seu nome para: “Editora Globo”, a partir de 1987. a ultima edição do Fantasma que saiu pela RGE foi em 1986.






Editora Globo (1986 a 1993)

A empresa-mãe “Editora Globo” decidiu cancelar as publicações de histórias em quadrinhos com a antiga marca RGE, e continuou a produzir os quadrinhos do Fantasma, sob o nome de Editora Globo.
O Fantasma série Especial iniciou no # 8 em Fevereiro de 1987 e mudou a programação da revista para mensal em Fevereiro de 1987 que durou ate 1989.

Na Editora Globo a série denominada Fantasma Extra, em Fevereiro de 1987 com essa denominação na capa, mas a partir de # 29 em Maio de 1991 o “extra” foi retirado da capa e substituído por um pequeno título: Gibi apresenta.
A revista trazia reimpressões de tiras e histórias originais da Semic da Escandinávia.
Um total de 48 edições em cores foram publicadas antes da série ser cancelada em Dezembro de 1992.







Mini Série DC Comics (1989)

Em 1989 a Editora Globo lançou a minissérie da DC Comics em 4 edições em cores escrita por Peter David, ilustrada por Joe Orlando e arte finalizada por Dennis Janke. A Globo manteve o detestável formatinho de sua série do Fantasma Extra, as capas foram as originais da série.


A Série Mensal da DC Comics (1989 – 1990)

A Editora Globo publicou esta série, e agora no formato original (formato americano), com 13 edições em cores; que foi escrita por Mark Verheiden com desenhos e arte final de Luke MacDonnel com a arte original das capas.




Série – Gibi

Esta série em preto e branco foi a ultima publicação do Fantasma pela editora Globo. A primeira edição de “O Gibi”, trouxe o “Casamento do Fantasma”, e todas as edições subsequentes foram reimpressões de histórias antigas do Fantasma. Outros personagens foram publicados junto com o Fantasma como: Mandrake e Beetle Bailey (Recruta Zero).


Editora Brasil America Limitada (EBAL) – 1948 – 1986

A partir de 1948 a EBAL lançou uma pequena série com 5 livros que continha adaptações de histórias em prosa de vários personagens da King Features Sindicaty. O Fantasma em “Justiça do Deserto” está transcrito abaixo.




Álbum do Fantasma

Entre Janeiro de 1979 a Novembro de 1980, A EBAL publicou uma série de 5 álbuns, em cores e formato grande.
A primeira edição trazia “A infância do Fantasma”; esta edição foi produzida não através dos originais da King, mas de um álbum de uma editora italiana.
Os próximos 4 volumes trouxeram a história “A Irmandade Singh”. As capas foram produzidas por Monteiro Filho.








 Editora Saber (1969 a 1975 – 1992 a 2000)

De Janeiro de 1969 a Dezembro de 1975, a editora Saber publicou uma série de histórias em quadrinhos em preto e branco do Fantasma, simultaneas com a EBAL. Isso porque a EBAL não detinha os direitos exclusivos para a publicação do Fantasma em nosso país.
A série começou com um número experimental e depois se restabeleceu com uma programação mensal a partir do # 3 em Janeiro de 1973. A partir do # 35 de Janeiro de 1973 a série voltou a ser bi-mestral e depois semestral em Junho e Dezembro de 1975.
A capas eram montadas a partir dos painéis da tiras originais, por alguns artistas desconhecidos: Edu, Sérgio e Fábio.
Uma segunda série foi lançada em Outubro de 1993 a Agosto de 1998. Eles eram menores do que as edições anteriores da primeira série, mas continham mais páginas. Um total de 43 edições foram produzidos na segunda série. As histórias eram as mesmas da primeira série (reedição) com exceção dos # 41 e 43, que trouxeram histórias de tiras diárias.







Edição Extra do Fantasma

Intercalados com a edições de quadrinhos em forma de livro, a Saber lançou ocasionalmente algumas edições extras, com o dobro de páginas, que na verdade eram junções de três volumes normais.




Mini Série da Marvel

A editora Saber publicou uma mini-série da Marvel em 3 edições que foi criada pelos australianos Dave De Vries que fez o roteiro e Glenn Lumsden que ilustrou.




Saber Especial

Esta série em cores começou em 1997, e apenas uma edição trazia uma história do Fantasma: Príncipe Rex de Baronkhan.

Editora L & PM

A editora L & PM lançou uma pequena série com três volumes, que apresentava a reimpressão em preto e branco das seguintes histórias:

Volume 1 – A Irmandade Singh

Volume 2 – Os Piratas do Céu

Volume 3 – Os Caçadores de Diamantes




Editora Ópera Gráfica
A editora Ópera Gráfica lançou várias revistas do Fantasma com diversos títulos, todos em branco e preto com capas em cores.
Infelizmente pouco a pouco os títulos publicados acabaram um a um sendo cancelados.
A editora Ópera Gráfica publicou dois belíssimos álbuns. O primeiro apresentando uma obra inédita no mundo, onde foram reunidas todas as aventuras das páginas dominicais publicadas nos jornais americanos, que recebeu o título: “Fantasma Sempre aos Domingos”.
O segundo álbum foi um álbum derradeiro lançado para anunciar o encerramento das atividade desta editora. Seu título: “Fantasma, a biografia oficial do primeiro herói fantasiado dos quadrinhos”.
Esta magnifica obra foi escrita pelo pesquisador Marco Aurélio Lucchetti, com 144 páginas com dezenas de depoimentos de profissionais dos quadrinhos cronicas e entrevistas com dois autores brasileiros que trabalharam com o Fantasma: Walmir Amaral de Oliveira e Gutemberg Monteiro.
O ponto alto desta obra é um caderno com 818 capas de revistas brasileiras que publicaram o Fantasma.























Editora Mythus
A próxima editora brasileira a publicar o Fantasma no Brasil foi a editora Mythus.
Foram lançados dois ou três edições e uma edição especial, mas infelizmente devido a um projeto editorial mal elaborado e pouco divulgado, levou as revista ao seu cancelamento prematuro.










E por enquanto é isso meus amigos do Fantasma Brasil, com este artigo tenho certeza que todos os nossos seguidores agora conhecem sobre a trajetória do nosso herói pelas editoras brasileiras; e esperamos que os editores possam abrir os olhos e verem o grande potencial de "negócio" que o Fantasma significa.
Este artigo é dedicado a todos os fãs do Fantasma no Brasil.
Grande abraço e não esqueçam de deixar seus comentários.






















 

















quinta-feira, 3 de março de 2011

SCAN - FANTASMA DC - # 1

Olá amigos iniciamos hoje a série mensal do Fantasma que foi publicada pela DC Comics, um dos melhores trabalhos realizados do Fantasma fora da obra de Lee Falk.
Façam o dowload no link e boa leitura.

quarta-feira, 2 de março de 2011

SCAN - O POVO PEQUENINO

Olá meus amigos, uma boa Quarta Feira para todos.
Hoje teremos uma postagem muito especial. Como vocês sabem os personagens desta aventura foram muito explorados na mitologia do Fantasma desde a década dos anos 60 por Lee Falk, aparecendo em várias aventuras do Fantasma. Com certeza Lee Falk devia ter uma admiração muito grande pelo povo de "Lilipute" do romance de "As viagens de Gulliver" onde Gulliver encontra um povo com uma estatura de 20 cm, e que deve ter inspirado Lee Falk.
Hoje trago a vocês o scan do "Novo Almanaque do Fantasma" um dos muitos títulos que surgiram na década dos anos 80 quando a revista do Fantasma estava no auge e muitos títulos foram lançados pela RGE (Rio Gráfica Editora).
  Esta edição trouxe grandes atrações:
1º - A primeira aventura de Kit Walker (um dos gêmeos) o futuro 22º Fantasma, com o "Povo Pequenino".
2º - O "Arquivo do Perigo", onde o Fantasma dá orientações muito uteis em situações de risco.
3º - Um artigo esclarecendo: "Tudo sobre Cobras".
Portanto é só fazer o dowload no link abaixo da capa, e curtir, e tenho certeza que será do agrado de todos; e deixem seus comentários.


segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

SCAN - A HIDRA ATACA

Olá meus amigos espero que tenham tido um bom fim de semana e estejam preparados para enfrentar a nova semana que começa e que todos devem estar querendo que passe logo para curtirmos o feriado de Carnaval.
Durante a sua luta permanente contra o mal o Fantasma tem enfrentado diversas organizações criminosas, e uma delas é: "A Hidra".
Nesta aventura o Fantasma enfrenta e tenta desbaratar mais uma célula desta perigosa organização.
Para todos aqueles que são fãs das histórias de Lee Falk, com as magnificas ilustrações de Sy Barry, só podemos dizer: Baixem o arquivo e divirtam-se. Ah! sem esquecer de deixar os comentários.
Abraço a todos e Boa Semana.


sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

FANTASMA - EDITORA FREW - AUSTRALIA


Editora frew
A Editora “Frew Publications” da Australia é responsável pela melhor revista do Fantasma no melhor idioma Inglês em quadrinhos do mundo. Ela detêm o recorde de produção mais longa do mundo inteiro de histórias em quadrinhos do Fantasma. A primeira edição foi lançada em 09 de setembro de 1948, e em 1998 Frew comemorou seus 50 anos de publicações ininterruptas do Fantasma.




Ninguém publicou mais que as 1.400 edições individuais do Fantasma em quadrinhos publicados sob o sêlo da Frew.
A única editora que se aproxima da Frew é a Egmont (veja artigo "Fantasma Licenciado VI" do blog Fantasma Brasil), que publica na Suécia, Noruega, e na Finlândia. A Egmont começou a publicar uma série regular de histórias em quadrinhos do Fantasma, em 1950, mas é improvável que eles venham a superar a Frew em termos do números totais de edições do Fantasma já produzidas.

Nasce a Editora Frew
A Frew Publications começou em 1948 com quatro homens com um investimento de £ 500 cada um, para financiar a sua casa própria de publicação. Os quatro membros fundadores foram Ron Forsyth, Jim Richardson, Jack Eisen e Peter Watson. A primeira letra do sobrenome de cada um foi usado para criar o nome da empresa - Frew. Infelizmente, antes da primeira revista em quadrinhos ser produzida, Jack Eisen e Peter Watson retiraram-se da sociedade, e Ron Forsyth e Jim Richardson assumiram sozinhos a empresa – e o fizeram para os próximos 40 anos!
O primeiro título em quadrinhos escolhido pela Frew foi O Fantasma. que foi o primeiro título publicado mensalmente, em seguida, do australiano Mulher do Espelho. Ron e Jim estavam obviamente incertos do sucesso como a sua publicação porque os dois primeiros quadrinhos do Fantasma, não foram publicados.
Ela continha a história dos traficantes de escravos, que serviu como título para o Fantasma. Ron Forsyth lembrou que, como todos as revistas tinham títulos chamativos, ele decidiu seguir o mesmo caminho com toques mais dramático no título. A publicação da primeira revista em quadrinhos do Fantasma pela Frew desafiou todas as regras modernas. O design da capa foi em formato paisagem (horizontal) e os grampos estavam na borda curta da lombada. Com o lançamento de sea primeira revista de quadrinhos, Ron e Jim mantiveram os dedos cruzados, porque os jornais australianos estavam publicando grande suplementos de histórias em quadrinhos e do mercado de quadrinhos corria o risco de ser inundado com editores bombardeando o mercado com tudo o que podiam encontrar.


A segunda edição da Frew também foi lançado sem numeração na configuração estranha, e mais uma vez jogou com o título história da real. A segunda edição foi a rainha da Asta Trondelay, que a Frew rebatizado em Toca do Tigre. Enquanto a Frew facilitou O Fantasma no mercado de quadrinhos, o espelho da mulher continuou com a sua característica semanal de série e é preciso dizer que esta exposição regular deve ter ajudado o crescimento das vendas para a revista do Fantasma em quadrinhos. A terceira edição de O Fantasma foi o primeiro a levar um número e uma alteração foi feita para grampear a coluna em forma de retrato tradicional.A Frew voltou para o formato de paisagem, mas com os grampos na parte inferior da capa em vertical.
Aliás, as réplicas dos cinco primeiras edições do Fantasma têm sido publicados nos últimos anos, como bônus especiais com o blockbuster anual.
O lançamento da edição # 7, alguns resultados de vendas eram conhecidos - e eles eram pouco animadores. Com isso os planos foram definidos em publicar outros títulos, incluindo três títulos: O Sombra, Sir Falcon e Phantom Ranger. Muitos títulos americanos também foram publicados, e o número total de títulos Frew atingiu um pico de cerca de 30 em meados da década de 1950.

Super Yank Comics

Impulsionado pelo sucesso experimentado com o Fantasma, a Frew lançou um novo título Super Yank Comics , em meados de novembro 1950. . Era uma publicação mensal, que publicava Catman e O Fantasma.Os problemas só nesta série, que não incluem o Fantasma foi # 1 e # 6 e # 7 nunca foi publicado. Yank Super Comics terminou após a edição # 19 em cerca de maio de 1952. Muitas histórias estranhas viu a luz do dia como back-up características, principalmente, à ... Fantasma Halar Caverna-Man, e Planetman em particular. Esta antiga série da Frew é agora uma raridade para os pesquisadores, pois apresentam histórias a muito esquecidas e propagandas como Phantom e anéis Catman luminosa, Anti-Crime The Phantom's Club ", tornar-se um Phantom Ranger Vice" e "Meet the Ranger Fantasma ".

A grande concorrência
Em janeiro de 1951, a última edição do Fantasma custava seis pence (# 30), e o preço foi aumentado para oito pence. Apenas um ano depois, o preço de capa foi aumentado novamente, desta vez para nove pence (# 45, abril 1952). Este preço de capa permaneceu até junho de 1956 (# 96), depois desta data o preço foi aumentado para um xelim.
Em 1953 a Frew trouxe uma edição especial de Natal de O Fantasma, com oito páginas extras e seguiu com a primeira edição de tamanho grande (não numerada, mas seria o # 65A) em 48 páginas de um xelim. Esta edição foi o primeiro reeditando de uma história antiga e teve a cobertura envolvente primeiro. A edição de Natal foi repetido novamente em 1954 com mais uma edição numerada (# 76A), acrescido de uma edição de Ano Novo não numerada especial imediatamente após ele (# 76B).. As edições especiais foram numerados para não reaparecer até 1985.

Censura

No final de 1954, a censura foi aplicada em todo o mundo às história em quadrinhos e livros de quadrinhos, numa tentativa de se livrar das leituras de sexo e violência, e O Fantasma acabou entrando nesta linha de fogo. A censura era uma curiosa mistura de auto-regulação por editores e um departamento do governo australiano com os distribuidores evitando de entrar na lista do lápis azul.
A primeira história de Lee Falk a ser tão cortada foi “o retorno da Banda Sky” (# 74 / 75, setembro / outubro 1954). Cenas em que os tiros foram disparados foram editadas para eliminar o fumo de armas e outras cenas, onde as vítimas estavam em processo de queda após ser baleado foram re-desenhados para ter as pernas da vítima ainda firmemente plantados no chão. Outras histórias a ser assim tratado incluiu “The Brotherhood Singh”, “os mercadores de escravos”, “Hamid, o Terrível”, e a do “Deus Lago”. Famosas cenas em que o Fantasma foi abandonada em um formigueiro ou prestes a ser dilacerada pela criação de garanhões, a facadas, por ídolos sacrificial (A Thuggees), ou cortado em tiras pelas hélices dos navios (O cavalo marinho), todos acabaram em uma sala de edição.
Pior ainda, o então pouco ousada, para a época, cenas de mulheres em vestidos ousados com abertura lateral tiveram que ser cobertos da vista dos leitores escondendo as coxas bem torneadas! ( (Confira Diana e a vilâ Sala da Irmandade Singh!).




Livro - As Aventuras do Fantasma
No final de 1955, a Frew começou a publicar O Fantasma no período tri-semanal, em e mensais e, em seguida, lançou um experimento ousado. A partir de dezembro 1955 uma nova publicação chegou às bancas - As Aventuras do Fantasma . Essas publicações não foram revistas em quadrinhos, mas "contos" na forma de livro, baseado em roteiros de Lee Falk e ilustrada com algumas fotos de um dos muitos artistas independentes que apresentaram capas, em escala ainda a Frew dos quadrinhos. As Aventuras do Fantasma apresentavam cores brilhantes capas marcantes, passou para 28 páginas era vendido por um xelim. Enquanto que a revista em quadrinhos tinha 32 quadrinhos e era vendido por apenas nove pence, por isso não é de se estranhar que o experimento não funcionou. Ao contrário os fãs Tarzan que adoravam os romances de bolso e os quadrinhos, parece que os entusiastas do Fantasma estavam interessados apenas em quadrinhos. Apenas três edições mensais foram publicadas, esses livros hoje são objeto de coleção, com um valor muito maior do que quando lançado pela primeira vez!
 Capa do livro: "As Aventuras do Fantasma

O grande concurso
Em 1956 foi um ano importante para a indústria editorial de quadrinhos australiano. A televisão estava prestes a ser introduzida e os editores sabiam que em breve iriam enfrentar os mesmos problemas que seus colegas americanos, muitos dos quais foram para a falência quando a febre TV varreu a nação.
A Frew enfrentou o desafio futuro de frente com o lançamento da maior competição da história editorial de quadrinhos australianos (# 97). Os leitores tinham de contar o número de pigmeus em um desenho grande e disputam o grande prêmio. - 28 dias numa viagem ao redor do mundo. viagem para duas pessoas, voando em um Super Constellation, no valor de £ 2.200 (provavelmente Aus $ 20.000 hoje) A viagem começou em Sidney e foi para Fiji, Honolulu, San Francisco, Nova York, Londres, Roma e com uma perna de retorno através de Beirute, Karachi, Colombo, Singapura e Darwin. O concurso foi aberto apenas para crianças entre as idades de 6 e 12. Eles poderiam participar quantas vezes quisessem, mas teriam que recortar um cupom de resposta de uma revista em quadrinhos do Fantasma da Frew para cada participação.
O vencedor foi anunciado na edição n º 100 ... Errol E. Marshall, de 15 anos, do Monte Gravatt, Queensland! A Frew parece nunca ter nomeado a contagem oficial de pigmeus, mas você tem uma chance de descobrir verificando acima na imagem digitalizada (uma imagem de maior resolução está disponível clicando na miniatura acima).




Durante grande parte deste tempo, muitos jornais australianos publicavam O Fantasma como tira diária ou página de domingo, um deles ou ambos; e quando Woman's Mirror O dobrado, agora com o extinto jornal semanal conseguiram os direitos de serialização para as histórias de domingo e continuou a publicá-los no final dos anos 1960.

O lento declínio

De 1956 em diante, as publicações das revistas de quadrinhos australianos começaram a desaparecer lentamente. A televisão provocou graves baixas para as vendas e, em 1959, restrições à importação foram suspensas e as editoras locais reimprimiam títulos americanos em preto e branco, de repente viram-se em concorrência com importados quadrinhos de cor americano de venda ao mesmo preço e mais do que muitas vezes carregando histórias atuais.
Como os rivais fechavam as portas, a Frew lutou durante anos para manter tais títulos desenhadas localmente como o Ranger Fantasma, O Sombra e Sir Falcon viável, mas o tempo todo entre as circulações encolhendo só O Fantasma segurou firme. Fornecedores previram que o Fantasma desapareceria sob uma avalanche de títulos americanos. Mas para sua surpresa, O Fantasma se mantinha vendendo bem (embora longe de ser tas vendas como nos dias de glória dos anos 1940 e início e meados da década de 1950) e mostrou-se inabalável no estilo aventura com base no combate da criminalidade. As revistas de super-heróis reivindicaram o prêmio dos  que mais vendiam no mercado de quadrinhos, mas seus reinados foram invariavelmente breves e O Fantasma continuaram a lutar se mantendo como o n º 1 em vendas. 

Europeus criam histórias

Em novembro de 1981 foi uma inovação - a publicação da primeira história Phantom sueco produzido em quadrinhos de Frew. Essas histórias vieram da organização Semic (editora Egmont), que tinha enfrentado o mesmo problema de escassez de novas histórias e que tinha obtido a permissão dos detentores dos direitos autorais, King Features Syndicate, para escrever e desenhar aventuras Phantom. A Semic começou a produzir suas próprias histórias de fantasma, em 1972, e tinham um estilo completamente diferenciado das tradicionais aventuras de Lee Falk. A maioria dos leitores de quadrinhos do Fantasma Semic (Fantomen) eram do sexo masculino na faixa etária 12-16 anos, e estas novas histórias eram, obviamente, teve como objetivo agradar a esse demográfica. . A Semic história pela primeira vez em quadrinhos do Fantasma Frew, foi O Fantasma (# 730). Isto foi seguido com duas histórias mais Devil's Triangle (# 731) e O Homem da Máscara Branca (# 732). A Frew, em seguida, sentou-se por quase um ano para esperar reação do mercado, antes de executar qualquer mais histórias Semic.
O resultado não demorou muito a chegar. Uma pequena porcentagem dos leitores mais tradicionais protestaram, "mas as vendas foram boas e Frew decidiu publicar gradativamente mais histórias europeias dentro do programa para superar a falta de novas histórias da equipe da Lee Falk/ Sy Barry dos Estados Unido. Foi em janeiro de 1983, antes de uma outra história sueca apareceu - O Tigre de Rangoon em # 763 - e mais duas histórias da Semic seguiram imediatamente depois.
Em 1985, outra revistas foram publicadas quando a empresa introduziu as edições de 48 e 100 páginas completa com capas coloridas. As três primeiras destas edições foram numeradas (na verdade # 817A, 825A #, # 840A), mas as seguintes foram designadas com um contingente & "após o número - a chamada e série de quotas".
Outra mudança radical no formato iniciado em junho de 1985, com # 829. Esta edição foi a primeira a apresentar o já familiar faixa amarela na parte superior da tampa frontal. Foi uma adição bem-vinda em alguns aspectos, porque foi usado para mostrar o título da história no interior da banda desenhada. Até esta fase, os títulos de história não eram geralmente mencionado em qualquer lugar nos quadrinhos, e muito menos na capa! A faixa amarela era uma característica comum nos quadrinhos Frew Phantom até # 971, em 1991, quando foi abandonada. A descrição do conteúdo continua a aparecer na capa.
Era o início (muito) lento do período da Renascimento Frew.




O Renascimento da Frew

Pastor Jim Shepherd editor e diretor da Frew 


Quando Jim Shepherd (nascido em 21 de agosto de 1933) se juntou Frew Publicações em abril de 1987, uma nova era começou – Renascimento da editora Frew's.O primeiro Frew quadrinhos Fantasma que Jim esteve envolvido na era # 876 Old Baldy. Uma de suas primeiras iniciativas foi trazer de volta o velho e quotFrew logo "à capa o logotipo desapareceram da cobertura por algum motivo desconhecido a partir de 1972 -. # 468 foi o último em uma corrida contínua desde 1948, mas logo foi mostrados na # 487 e # 488. Ela foi trazida de volta na # 917 (Novembro 1987) e de restrição de um acidente, ele permanecerá. 
 
Nos seus primeiros meses, Jim concentrou-se na coleta de produzir com qualidade muitas das histórias clássicas de Lee Falk. Em agosto de 1988, uma edição de 116 páginas, sem censura, a versão não editada do completo O Fantasma Goes to War (# 910A) foi colocado à venda.
A coluna do Fórum apareceu pela primeira vez no # 917, e provou ser extremamente útil para avaliar a opinião do leitor. A edição # 918A apareceu logo depois, e se gabava de ser a primeira edição completa de Falk inaugural história Fantasma Lee A Irmandade Singh. Essas alegações foram demasiado ambiciosos, pois descobriu-se que Jim usou a arte da primeira edição original do Espelho Mulher Fantasma em quadrinhos a partir de 1938, assumindo que ele deve ter sido concluída. Infelizmente, Mirror 's editores do "tinha ido para a cidade" na história, reescrevendo alguns dos painéis de texto e edição. A tarefa de reconstruir uma versão completa de The Brotherhood Silva mostrou-se extremamente difícil, e não foi até fevereiro de 1996 (# 1128), que finalmente apareceu em comemoração ao 60 º aniversário da tira de aventura Phantom.
Durante a década de 1980, A Frew começou a imprimir um ritmo mais rápido do que em qualquer momento desde os anos do boom dos anos 1940 e 1950. capas com cores envolventes brilhantes, começaram a substituir o tradicional papel de jornal, e tinham sido usada exclusivamente desde # 1071 em 1994. Sempre que se tornou necessário aumentar o conteúdo das páginas para caber uma história completa (em vez de editar, como nos velhos tempos), os editores nunca hesitaram. Mas o mais importante – a Frew começou a avaliar a idade do público-alvo. A maior parte dos leitores da Frew são 20 anos ou mais. A área de crescimento - mais de 40 anos. Eles, então, modificaram sua abordagem nesse sentido. A revista do Fantasma publicada pela Frew é agora uma publicação madura que visa especificamente os fãs do Fantasma e as suas necessidades.
Em 1989 foi um ano fantástico para os quadrinhos do Fantasma na Frew, uma vez que viu a reimpressão em forma não editada completa de várias das histórias de fantasma clássicas da década de 1930 e 1940: Romance and the Pirates Vesta (# 925A), Little Toma (# 931A), Prisioneiro do Himalaia (# 931A), Aventura, em Argel (# 931A), Ninho de Tubarão (# 932), os comerciantes de escravos (# 933), O Círculo de Ouro (# 934), Diana Aviatrix Lost (# 935A), o misterioso Menina (# 936), A Liga dos Homens Perdidos (# 939A), a preciosa carga de Winn Coronel (# 939A), The Return of the Sky Band (# 939A), e O Jogo de Alvar (# 939).



Aventura do Fantasma na Austrália

No final de 1989, Egmont produziu uma história de duas partes em que o Fantasma visitou a Austrália pela primeira vez. A Frew publicou as duas histórias em uma única edição e as vendas atingiram o céu (O Fogo Negro em # 944A). Esse sucesso foi seguido pelo primeiro criado: Aventura do Fantasma na Australia (Rumble in the Jungle em # 951A, reimpresso em # 1125), com arte do veterano Sydney Keith Chatto e história de Jim Shepherd. Sem dúvida, houve um apelo da novidade distintas, mas Rumble realmente superou o fogo negro. Keith e Jim colaboraram em mais duas histórias de fantasma no dois anos seguintes - Retorno da Irmandade Singh em # 962 (# reimpresso em 1156) e The Kings Cross, em conexão # 1000.
O Pastor Jim também escreveu outro conto intitulado A Busca por Byron, que deu a Glenn Ford para ilustrar. Glenn é o fundador de uma cadeia de lojas de quadrinhos em todo NSW, chamado Zona Fantasma. Atrapalhado com sua agenda ocupada e produzindo três diferentes séries de cartões comerciais para o Dynamic Marketing, era mais do que dois anos antes de Glenn encontrou tempo para terminar o trabalho (# 1131).
Em 1990, a Frew experimentou produzir um novo título - Mandrake o Mágico. Histórias antigas Mandrake a partir de 1930 e 1940 foram impressas em forma não editada completa. O plano de Jim Shepherd's foi tentar tocar o publico antigo do mercado. O projeto foi bem sucedido, embora longe de O Fantasma em termos de vendas, e foi publicado a série até ser cancelado depois de 12 edições.




A edição 1000

A Frew agora está bem para a nova era de ouro. Um período que foi comemorado com o lançamento de quadrinhos Frew do Fantasma # 1000 em janeiro de 1991 – uma edição enorme com 292 páginas de um livro em quadrinhos que incluiu uma edição de bônus réplica da primeira edição do Fantasma pela Frew, e poster ilustrado por Sy Barry e George Oleson. Embora esta ewdição foi contado # 972, foi o # 1000 realmente produzida. Isso ocorre porque # 330 nunca foi publicado, e havia um total de 29 edições especiais ou não numerados ou designado como um e contingente "edição # 972. O problema realmente impresso # 1000 e publicada para eliminar mais confusão em futuras publicações, Frew dispensou o uso da série A-para edições especiais. A partir da edição de # 1000, os números das edições continuaram em ordem numérica rigorosa.
Até o final de 1991, a Frew tornou-se a única editora no mundo a ter todos os histórias de Lee Falk do Fantasma em aventuras em quadrinhos em forma de gibi. Uma realização fantástica - e que exigiu muita pesquisa através do arquivos da King Features, para encontrar obras de arte originais de algumas das histórias que a Frew tinha perdido ao longo dos anos. No entanto, a história não acabou, porque muitas das histórias não foram impressas a cerca de 15 anos e ainda tem que receber um tratamento completo para a reimpressão". 



 


Uma sombra escura caiu sobre a emoção de emissão aproximando Frew's # 1000. Ron Forsyth, um dos quatro fundadores da Frew Publicações e o homem o maior responsável pelo sucesso da empresa, que faleceu em Sydney em 21 de Outubro de 1991. Era Ron, que não só estabeleceu como o livro O Fantasma N º 1 da Austrália em quadrinhos, mas lançou tantos outros títulos de sucesso. Ele deu trabalho e oportunidades para muitos artistas australianos, entre eles John Dixon, da Air fama Hawk, que produziu Catman Comics para Frew no início de 1950.Na época de sua morte, Ron ainda ocupava o cargo de editor-chefe da Frew Publicações.
Em janeiro de 1992, a edição n º 1000 foi aprovada a magia e emitir outra garantia enorme - esta rodando a 308 páginas e com uma réplica do segundo quadrinhos Fantasma Frew. Em janeiro de cada ano, uma vez que, Frew ter lançado uma edição especial de 300 páginas. Estas edições foram todas vendidas para Aus $ 10, representam um valor elevado, mas que continha o equivalente a um adicional de 10 edições de cada ano. 

O 50 º aniversário

UM incrível marco da Frew – foram os 50 anos de publicação ininterrupta da revista em quadrinhos do Fantasma - foi comemorado em grande estilo em 09 de setembro de 1998. Uma edição com 212 páginas especial foi produzida, que incluiu um recurso de 16 cores de página inteira (a primeira para esta história em quadrinhos), e uma página Indice separadas para todos os quadrinhos que a Frew tinha produzido até agora. Foi numa Sexta-feira o dia do lançamento usual para os quadrinhos Fantasma, mas a data exacta do aniversário caiu numa quarta-feira. Felizmente, o distribuidor d Frew, Gordon & Gotch, gentilmente concordaram em alterar o seu cronograma da distribuição e da edição de aniversário foi lançado exatamente 50 anos após a primeira edição. Na noite do mesmo dia, um jantar comemorativo foi realizado no Centro de Taronga, Mosman. O pessoal da Frew Publicações juntaram-se cerca de 100 convidados, voaram milhares de quilómetros para estarem presentes para a ocasião. 



A Equipe Frew

Neste momento, a equipe da Frew é composta por apenas três pessoas: Jim Shepherd é editor e diretor, sua esposa Judith é editor sênior e Ruth Le Brun é o secretário. No entanto, as tarefas desempenhadas por cada uma dessas três pessoas são extremamente diversificadas. Ruth e Jim são responsáveis por todas as traduções das histórias sueco que Frew publica, e tem sido nos últimos dois anos. Antes disso, a tradução era feita por uma menina da Noruega com o nome de Astri Forsyth. Judith Pastor trabalha em juntar as histórias em quadrinhos em um formato adequado para publicação de quadrinhos. Re-rotulação das histórias traduzidas escandinavo é feito por um letrista Sydney-based.
O Pastor Jim diz que sua maior alegria em trabalhar na Frew Publicações está republicar com qualidade as histórias originais do Fantasma. O problema subjacente a esta tarefa é que há muitos anos atrás King Features Syndicate copiado toda a arte original para as tiras Phantom em microfilme e destruiu os originais. Eles não perceberam na época que o microfilme tinha uma vida útil relativamente curta, e muitos dos filmes não são mais do que um monte de pó. O resultado final é que os primeiros quatro ou cinco anos de tiras Phantom já não pode ser fornecida pelo King Features Syndicate. Por este motivo Jim teve que contar com a colaboração dos colecionadores do Fantasma de todo o mundo.Bob Griffin de Michigan, EUA, colaborou com sua coleção pessoal de strip repros jornal original para fornecer a maioria dos desenhos para a reedição completa aniversário de 60 anos da Irmandade Singh (# 1128). Bob também forneceu sua repros original para o primeiro semestre de Banda Sky que foi publicado em forma completa por Frew em Setembro de 1996 (# 1147). Infelizmente, toda a história não estava disponível e Jim teve de contar com repros original da antiga quadrinhos italianos Phantom. Isto significava que os balões de texto a partir das versões Inglês precisavam ser cortadas e coladas sobre as versões em italiano. . Mas o trabalho duro está valendo a pena. A Frew foi recentemente convidada pela Semic para fornecer a arte de alta qualidade para a reimpressão Semic dos caçadores Diamond (Fantomet Nr.7 1995). Mais uma vez isso foi possível com a ajuda de Bob Griffin.
A Frew utiliza cerca de 5 artistas freelance baseado em Sydney para a produção de capas. Antonio Lemos é o artista de capa mais comumente usado, seguido de perto por e Tessa. "- Um artista que prefere manter sua identidade anônima é o Pastor Jim que estendeu o seu talento para fornecer capas para um número crescente de revistas do Fantasma em tempos recentes, algumas muito belas. A arte por computação gráfica das capas são produzidas por Glenn Ford (# 1000, # 1041, # 1131, # 1209, # 1219), embora Glenn não seja mais um membro da equipe de arte da Frew. A primeira capa em toda a história do Fantasma em quadrinhos Frew de que não foi desenhada por um australiano, apareceu no # 1080. Quando o pastor Jim visitou os estúdios da Felmang Romano em 1994, ele convenceu Romano para desenhar uma capa para ele. Felmang também produziu uma segunda capa da Frew, que apareceu na edição n º 1152 .
Dos quatro membros fundadores da Frew Publicações, apenas um sobreviveu. Ron Forsyth morreu em 1991, Jim Richardson morreu em 1987, e Jack Eisen na década de 1970. Peter Watson ainda está vivo e bem, embora ele nunca foi realmente envolvidos com a produção do livro "The Phantom quadrinhos - ele retirou-se da parceria, antes de começar. Peter era um piloto de Spitfire durante a 2 ª Guerra Mundial, e ainda é presidente da Associação de Pilotos da Austrália Spitfire.
A Frew está licenciada para distribuir os seus quadrinhos do Fantasma na Austrália, Nova Zelândia e Papua Nova Guiné. O número de impressões de cada edição está atualmente em 60.000 exemplares. Embora a Frew não forneça detalhes sobre o números a suas vendas,  até 75% de venda contra a tiragem foi alcançado no passado. As promoções anuais normalmente vendem acima das vendas normais. Um feito e tanto, realmente, quando você considera que as grandes editoras de quadrinhos americanos têm a sorte de chegar a 60%. Frew. Também é interessante notar que os tempos difíceis que têm afetado as editoras de quadrinhos americanos não foram sentidos pelo Frew ... por isso ela continua "firme como está." 


É isso meus amigos do Fatasma Brasil,o que queríamos tratar neste assunto a respeito da editora que mais publicou a revista do Fantasma no mundo.
Espero que tenham gostado e voltaremos oportunamente para mais um artigo sobre as publicações do Fantasma.









 
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